Frequentemente ouvimos falar sobre a questão dos componentes minoritários do Azeite de Oliva aqueles que devem ter poder mágico de melhorar nossa saúde. Para quem não sabe esses componentes como o próprio nome já diz são em minoria (perfazem 2% do azeite),mas são os responsáveis pelos aromas, sabores e por alguns efeitos que causam benefícios interessantes para o nosso organismo.
A preocupação de deixar alguns esclarecimentos sobre esse tema tem feito pesquisadores como o Prof. José J. Gafório esclarecer a questão de alguns elementos que sozinhos ou ministrados em quantidades desproporcionais podem causar mais maleficios que beneficios a saúde humana. O porque dessa preocupação em esclarecer essa ordem de coisas? .Simples existe sempre uma tendência ao grande comércio de se utilizar de pesquisas a respeito de determinadas substancias ou elementos e dar uma enfase maior e isolada dos mesmos no sentido de ir buscar mais ganhos comerciais. É lógico que devemos salientar alguns benefícios úteis de algumas substancias mas não colocar nelas a solução para muitos males.
O Oleocanthal é uma delas . É um elemento que tem lá suas influencias benéficas em determinadas questões relacionadas com alguns tratamentos ou combates alguns males do nosso corpo. O oleocanthal para quem não sabe é o responsável direto pela sensação de picor que nós sentimos ao absorver determinados azeites oriundos de algumas variedades.
Em recente Edital a Revista Mercacei ( a mais importante do Setor) tras um Edital falando e alertando sobre a questão de ministrar essa substancia em quantidades maiores do que contém o próprio azeite e o perigo que temos de vermos efeito contrário a essa falta de equilibrio . Edital esse baseado nas pesquisas e nos pronunciamentos de José Gafório reconhecido pesquisador da Universidade de Jaén.
Não só a questão do oleocanthal pode ser problema quando ingeridos em quantidades maiores do que aquelas necessárias a solução de problemas antiinflamatórios de nosso corpo como também outros elementos que estão e fazem parte desses componentes minoritários que segundo pesquisas e trabalhos efetuados com o azeite estão na ordem de 200(duzentos) .
É importante termos consciência desse equilibrio necessário dos elementos fundamentais do azeite e não nos deixarmos levar por propagandas apenas comerciais.
A ARGOS, unica instituição brasileira do setor com reconhecimento internacional, tem uma enorme preocupação em esclarecer a todos sobre esses temas não é a toa que está sempre preparando gente do Brasil para servirem de multiplicadores de informações sobre os beneficios do azeite, fruto de Convenios feitos com a Universidade de Jaén-espanha,
Com esse sentido e essa responsabilidade fazemos cursos no exterior levando interessados de todo Brasil para tanto.
O Curso de Elaboração, Analise Sensorial e Aspectos Saudáveis do Azeite de Oliva dos quais nosso Presidente Guajará J. Oliveira é um dos Coordenadores, juntamente como o pesquisador da Universidade de Jaén Dr. José J. Gafório e da prof. Elena Guzman, tem esse viés científico e uma preocupação constante em melhorar o conhecimento..
Já estamos organizando a 2ª Edição desse Curso para 2018 .Evento esse que deverá se dar em outubro ou novembro. e que a ARGOS estará recebendo curriculum dos interessados a partir de outubro /2017, para seleção prévia em função de alta procura.
a Presidencia.
