A   R   G   O   S

Consumimos azeites de lamparina no Brasil? Que bobagem é Esta?

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 Recentemente foi publicado um artigo de um deputado estadual do RGS, que se denomina membro da frente das oliveira(que raio der frente é essa que não sabe nada de azeites ao que se sabe o parlamento é para representar todos do segmento  e não interesse de grupo especifico), em um jornal do Rio Grande do Sul sobre o tema do título . O artigo além de ser ofensivo a todos os europeus, que estão no segmento da olivicultura naquele Continente , é uma ode a ignorância ao tema olivícola e também uma clara manifestação  de desrespeito aos produtores daquele continente. Vindo de um deputado mal informado e ignorante no tema , muito preocupante e grave e envolve o MAPA como mentor e base de sua conclusão. Por quem ele esta sendo conduzido?. Sabemos que tem um grupo de pessoas que estão envolvidas que dominam a parte comercial e parte do parlamento, além de dar as cartas nas Secretarias de Estado   e aqui falamos de uma tal Ibroliva que conduz as ações nessa parte. É visível a falta de conhecimento do parlamentar que faz declarações e pior os jornais publicam( não adianta mandarmos correspondência para esses veículos eles fazem ouvidos de mercador e depois dizem que a imprensa é imparcial).  Há uma conivência com a má informação por parte dos  veículos de comunicação ou mesmo preguiça de ir a fundo nessa questão e ficam multiplicando essas perolas. A nossa única saída como entidade que iniciou a cultura no RGS e seguiu de base para tudo no Brasil é nos manifestarmos através das páginas da ARGOS e informar ao menos a quem segue a nossa Entidade ou esta dentro dela). Pois bem  é preciso ficar  claro que os azeites que vem da Europa não são lampantes, até porque os azeites lampantes são impróprios para consumo. Ninguém daquele continente, que trabalha no setor, envia azeite lampante para lugar nenhum desse mundo . O que deve acontecer e acontece  é que alguns azeites que vem para o Brasil são azeites refinados  e aqui são embalados mesclados com outros. Fraudes existem em todos lugares  do mundo. O setor   produz pouco em face ao consumo mundial tem essas nuances, mas todas elas acontecem nos paises que compram azeites. Sempre em uma escala que deve ser controlada pelas autoridades .Nessa situação podem haver misturas e mesclas com outros óleos comestíveis e que são vendidos como azeite extra virgem. Isso é uma questão de controle que tem que ser feito pelo MAPA, no caso do Brasil. Há um nítido interesse em querer criar reserva de mercado para esse grupo só que a produção nacional é insignificante(não atendemos nem 1% do mercado interno).Isso além de ser uma burrice monumental pois cria problemas para o abastecimento interno. Esse pessoal não tem noção do que estão propondo. Em  termos de comercio mundial é um retrocesso total e mais com mentiras e desinformações não se chega a lugar nenhum . Passou o tempo de se enganar os consumidores nacionais com a má informação. Um artigo como escreveu esse deputado é uma clara demonstração do atraso e da prepotência e sobretudo uma enganação aos consumidores nacionais e mais certamente terá reações no Continente Europeu, quando souber dessa posição , pois é uma ofensa gravíssima.  Creio que o setor através de sua representação máxima,. no caso o Conselho Oleícola Internacional(COI) deveria vir a público cobrar  explicações e defender seus associados ou seja todos os paises europeus que produzem azeite e abastecem o mercado mundial. Todos foram chamados de fraudadores e desonestos e mais que estão em franca irresponsabilidade para com a saúde dos brasileiros ao vender , segundo ele, azeites para lamparina. O artigo é insano e de uma irresponsabilidade monumental , ofensivo, desrespeitoso e abusivo ainda mais vindo de um parlamentar que se diz membro de uma frente parlamentar e que esta em catarse ofensiva. Não ter uma ação efetiva por parte dos produtores europeus através de suas representações é concordar com essa ofensa do deputado e o grupo que representa.