A   R   G   O   S

ARGOS juntamente com o conselho oleícola internacional sugerem modificações na portaria 419/10

A ARGOS juntamente com o Conselho Oleícola Internacional (COI) sugerem modificações na Portaria 419/10 que implementa o regulamento técnico de azeites de oliva do Ministério da Agricultura-MAPA.

A ARGOS cumprindo sua obrigação na defesa dos interesses dos olivicultores da REGIÃO SUL e todo o Brasil,e, também, dos consumidores nacionais, em parceria com o Conselho Oleícola Internacional- COI,   Entidade que regulamenta e disciplina o comércio de azeites e azeitonas no mundo, no qual a Associação está com o seu pedido de credenciamento solicitado esperando decisão em reunião geral  desse Conselho,    está sugerindo modificações na portaria 419/10, que esteve em consulta pública até 30/10/10.
Dita portaria,resumindo, cria normas  para classificação de azeites  e sua comercialização(importação e venda) e analises desse produto.

O Conselho Oleícola , após envio do esboço de dita  portaria pela ARGOS, para consulta, em correspondência resposta a Associação, se manifestou pela alteração da mesma em alguns pontos para adequá-la a regras internacionais e barrar algumas probabilidades de adulterações  de azeites, em virtude de métodos um pouco defasados de análise adotados pela dita portaria. já que ela em seu contexto  diz ,explicitamente, que está dentro das normas internacionais.

Encaminhamos ao MAPA a resposta a ARGOS enviada pelo COI e , também, sugerimos algumas mudanças complementares no que tange a informação ao consumidor final e  algumas regras de  rotulagem que entendemos pertinente ao assunto e, também, por entendermos que temos que primar pela qualidade dos azeites vendidos em nosso País e, sobretudo, melhor informar os consumidores brasileiros, para que esses evitem comprar produtos de pouca ou as vezes nenhuma qualidade.
Estamos defendendo qualidade e normas claras de comércio nessa fase tão importante que é a implantação da cultura no Brasil,para que consigamos ter valorizados nossos produtos no futuro.

texto: Guajará J. Oliveira– Presidente da ARGOS

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